Mais troféus para o Ginásio

 

Foi um fim-de-semana em grande para o Ténis do Ginásio Clube de Santo Tirso.

Mariana Fernandes obteve um segundo lugar no Open Jovem de Gaia I, no escalão de Sub 14 anos, depois de perder no primeiro encontro, onde encontrou dificuldades com o jogo defensivo da adversária, Mariana encontrou-se com as vitórias nos restantes encontros que disputou.

José Maria Godinho conseguiu atingir a sua segunda vitória numa prova do Circuito Smahtour da Zona Norte (Sub 9 anos), no Complexo de Ténis de Espinho. Na verdade, Zé Maria apenas perdeu um dos 16 encontros disputados, demonstrando todo o seu talento e potencial. Mas não julguem que foi fácil, muitos dos seus jogos foram a terceiro set, conseguindo manter a calma e serenidade que bem necessita, pois o Zé é bastante irreverente. Caso vença mais uma das provas do Circuito não poderá participar mais no escalão de sub 9 anos e assim terá que disputar as provas de sub 10 anos, vamos esperar…

António Godinho foi até Paços Brandão participar numa prova de nível B de sub 12 anos e Guilherme Godinho ao Clube de Ténis do Porto representar o Clube, no Regional de Veteranos. A ambos parabéns pelas suas excelentes participações.

Uma resposta a Mais troféus para o Ginásio

  1. Guilherme Godinho diz:

    Não pode ser!!!

    Ontem, o “Próprio” voltou a jogar num torneio no Porto e pensava eu que já tinha visto tudo!!!
    +35 é uma classe especial, os atletas apesar de estarem mais maduros não alteraram o seu comportamentos sendo de facto piores do que vi até hoje nos campos do sub 8, sub 9, sub 10 e sub12. O problema é que são os pais desses miúdos!!!

    Pois o “Próprio” interrompeu a sua tarde de kite surf para ir jogar uma partidinha de ténis no airoso “Clube de Ténis do Porto” na rua ou Avenida Damião de Góis , mais propriamente ao pé da Dra. Marizé.

    Assim, às 16:00, para não chegar atrasado, entrei pelas portas do clube, ligeiramente desacompanhado já que o resto da família jogava o seu ténis em Paços de Brandão e Espinho, uma animação!

    Como ainda não estava o meu campo disponível sentei-me num banco a ver um jogo, volto a frisar +35, onde dois “Homens” jogavam, por sinal bastante bem, uma partidinha. Além de uma gritaria descomunal, o resultado foi uma raquete partida e claro um deles venceu, não há empates neste jogo…

    Bem, o “próprio” tinha que entrar em acção, e assim foi apareceu o adversário, duas garafinhas de água, umas bolas para jogar e lá vão os dois para o campo.

    Aquecimento para aqui e para ali, serviços e raquetes para ver quem quer o campo, lá começamos nós. 6-0! os meus filhos dirão uma sova!! Mas não de facto, ao “próprio” pareceu bastante renhido, não se pode perder por menos mas também há coisa piores.

    Até esta fase tudo bem, ouvia algumas discussões no court do lado mas nada de especial.

    Assim passamos ao 2º set. Bola aqui bola ali de repente já estava 2-2, o meu adversário gritava obscenidades e mandava a raquete para o chão de forma continuada. Pelos 4-3 (O adversário a ganhar) continuavam as obscenidades e por coincidência no campo do lado o jogo não conseguia acabar porque não chegaram a acordo sobre o facto de uma bola ter sido dentro ou fora, enfim é de facto um jogo difícil!!!

    Nesta altura, e no meio das obscenidades do meu adversário, resolvi perguntar-lhe se também estava a pensar desistir, tal qual os do campo do lado? É que o”próprio” não estava a entender a razão de tanta gritaria estando o Senhor a ganhar! A resposta foi “Não, mas você parece fino!!” não entendi, mas como estou neste meio à relativamente pouco tempo deve ser culpa minha!

    Continuamos o jogo que acaba num 6-4 para o meu adversário.

    Para o “Próprio” a mensagem do costume, foi animado e está quase a chegar o momento, nessa altura é que vai ser!!!

    Bem, arrumadas as tralhas fomos até ao Bar (Coisa que não se pode fazer no Ginásio Clube de Santo Tirso!) e nessa altura já com os ânimos mais descansados não resisti e perguntei ao meu adversário:
    – Qual era a razão de tanta Obscenidade durante o jogo? Já que estava a ganhar!
    Foi então que percebi que o problema é a idade mal resolvida, a resposta foi:
    – Sabe, é que eu penso que estou a jogar como quando tinha 15 anos, mas como já não os tenho, acabo por chegar atrasado á bola, já não tenho pernas para correr, doí-me o braço… enfim corre mal, não comparado com o adversário mas com 20 anos atrás!!!

    É caso para chamar o Psicólogo pois: raquetes partidas, gritaria, obscenidades e desistências… nada disto faz sentido e mais se considerarmos que estes são os pais dos meninos das classes de iniciação.

    Bons Jogos e divirtam-se que é o que eu tenho feito!

    Guilherme

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